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 Treinos de Griffon

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Kaizer de Griffon
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MensagemAssunto: Treinos de Griffon   Seg Jul 01, 2013 9:04 pm

O Despertar de um Novo Guerreiro

Quando kaizer aceitou a proposta de hades ele não voltou como adulto para a terra ele reencarnou com um menino e foi deixado em um orfanato com o passar do tempo ele foi embora mais depois voltou e com um estranho que ele nem conseguia ver o rosto porque estava coberto com uma capa então ele o trouxe para a vila, não se via o caminho. Apenas a névoa que o cobria como um manto. A comunicação com o mundo exterior era transmitida através do pouco tato. O solo era firme, porém irregular em alguns trechos, tornando penosa a tarefa de andar. Escalavam morros há mais de dois dias, estavam distantes da vila onde ficava o sua casa. Havia a impressão de que o levavam direto ao inferno.

Quando tentava se desvencilhar da mão que o segurava, ela espremia-lhe os ossos a tal ponto que o forçava a gritar. Quando se resignava e voltava a caminhar comportadamente, ela quase o soltava. Em alguns momentos, chegava a tremer. Era como se o seu guia o temesse mais do que a própria névoa, como se ele fosse se transformar em algum monstro. Como se ele já fosse um monstro.


“Para onde estamos indo?”

A mão não respondeu. Temia responder. Se o garoto soubesse para onde estava sendo levado, encontraria mais facilmente o caminho de volta. Era melhor que continuasse não sabendo. A mão voltou a tremer, hesitante. Não sabia se o segurava com força ou o abandonava ali mesmo.Nada era mais conveniente para sua casa. Afinal, poucos metros faltavam até o final do caminho.

Horas depois, a névoa começou a dispersar-se. A primeira coisa que kaizer fez ao conseguir enxergar o chão foi olhar para o alto a fim de identificar seu guia. Contudo, ainda não era possível diferenciar as feições de seu rosto. Só distinguiu o braço que se levantou e apontou o caminho. Logo em seguida, a mão deu meia-volta e desapareceu.

O vazio era tão assustador que ele a desejou ter de volta. Seu coração acelerou, começava a sentir as conseqüências do ar refeito. Quis olhar para trás, mas receou em perder a direção que lhe foi indicada. Quis gritar, mas sabia que ninguém viria ao seu socorro. Como uma caça sem esperança permaneceu no mesmo local durante vários minutos.

Recordou-se do dia em que partiu. Não havia um sorriso. Não havia uma lágrima. Todos o abandonaram. Pouca diferença havia entre ele e o vazio. Restou-lhe somente somar um mais um. Ou talvez zero mais zero.

Sem mais a segurança da mão, a velocidade de seus passos reduziu-se a um a cada cinco segundos ou mais. Precisava averiguar cada pedaço de terra antes de pisar com convicção. Silenciosamente torcia para que não perdesse o caminho ou pior, não encontrasse um destino.

Logo o piso passou a se tornar quebradiço. A cada passo que dava, ouvia estalos de rochas finas sob os seus pés. A névoa dissipou-se como se fugisse do cheio de morte. Foi como desembarcar no inferno: milhares de esqueletos cobriam o piso, formando um mar de cadáveres até onde os olhos alcançavam. Horrorizado, correu pelo caminho de volta. No entanto, a névoa constituía um obstáculo impossível de transpor. Não havia retorno.

Passou entre os corpos tentando não pisar em nenhum osso, o que foi uma tarefa relativamente difícil. Parecia o resultado de uma grande guerra envolvendo vastos exércitos. Reparou em um besouro que saia do crânio perfurado de um soldado, alheio à mórbida paisagem. Tentou passar pelo lado, mas se sobressaltou quando o mesmo crânio ergueu-se sobre o solo à altura de seus olhos e com uma voz grave vociferou:


“Moleque! Você é aquele que o que o meu mestre mandou deixar passar, não é mesmo? Mas que desperdício, um garoto como você mato em menos de três segundos!”

“Mas o que diabos é você?!”


“Sou um assassino a espera de um pedaço de carne como você! Eu não ligo para o que disse o mestre, vou acabar com você agora!”

Ao terminar de falar, um dos esqueletos desprendeu-se do solo e juntou-se à caveira, formando o corpo completo. Junto aos ossos da mão, uma velha espada aterrorizava ainda mais a visão de kaizer, que saiu correndo, desta vez sem se preocupar em não pisar nos restos mortais.

‘Isto aqui é o inferno, só pode ser!’, pensava enquanto fugia. Seu destino era ser morto por aquele esqueleto e virar mais um cadáver daquele mar. Em volta não havia nenhum lugar onde pudesse encontrar abrigo, nenhuma arma com a qual pudesse se defender. Como dissera o esqueleto: era apenas um pedaço de carne fugindo do inevitável.

Por não estar acostumado àquele tipo de terreno, foi facilmente alcançado. O esqueleto brandiu a espada, rindo-se sozinho do prazer daquela matança. Sua espada não era tão afiada quanto antigamente, mas conseguia romper a garganta de uma criança com um pouco de força.

O garoto se viu sem outra saída a não ser aquilo. Não tinha certeza do que aconteceria se tentasse, só sabia que aquela era a sua última esperança. Apontou seus braços para uma rocha embaixo do esqueleto, ele pegou aquele objeto inanimado. Para o seu alívio, a pedra e jogou  ao seu comando e voou, em direção ao seu perseguidor.

Contudo, o oponente fora outrora um assasino. Estar preparado para tudo fazia parte de sua natureza. No lugar da cabeça do menino, a pedra partiu-se em dois com um só golpe. Todo o resto de esperança que possuía foi fatiado em menos de um segundo.


“Rá, então o menino aqui se acha esperto!”

Apesar de não ter conseguido derrotá-lo, encontrou mais uma chance para escapar. Saltou sobre os cadáveres e pôs-se a correr novamente, desesperado. Viu adiante outra pedra, grande o suficiente para esmagar ossos. Sentiu medo de pega-la. Jamais ousara mexer um objeto daquela dimensão.

Concentrou-se o máximo que podia em meio à perseguição, tropeçando nos ossos e restos de armaduras. A pedra moveu-se apenas alguns centímetros, apesar do esforço. Perdendo o equilíbrio, o garoto caiu e complicou-se com as ossadas. Era como se elas desejassem que seu sangue fosse derramado ali. Somente teve tempo de ver o fio da espada no alto, apontada para a sua cabeça.

“Pare já com isso!”

O comando viera de longe, de dentro da névoa, parecia um deus que surgia de qualquer lugar. Fez a espada parar em pleno ar, embora o esqueleto ainda tentasse matá-lo.

“Eu disse que deveria deixá-lo passar.”

“Se- senhor… Eu não sabia! Eu só estava fazendo o que me mandou, protegendo o túmulo  de estranhos!”

“Esse garoto está sob a minha proteção . Retire-se!!”


Relutante, o esqueleto recuou e se desfez, deixando cair os ossos, que se perdiam em meio a tantos outros iguais. O garoto perguntou-se se aquele que chegava era o dono da mão que o guiara até ali. Logo percebeu que se tratava de outra pessoa. Um rapaz de longos cabelos brancos e vestido como um monge aproximou-se sorrindo. Estendeu a mão gentilmente, oferecendo ajuda.

“Você está bem? Levante-se, vamos.”

Ela não tremia. ‘É apenas por enquanto’, pensou, ‘até ele descobrir que não sou uma criança normal.’

“Não precisa ter medo. Aquele esqueleto não vai mais te incomodar.”

Levantado com firmeza, imaginava até quando seria recebido por aquele sorriso, tão incomum, tão estranho. Perguntou-se várias vezes se aquilo não era um sonho.

“Mas quem é você?”

“Meu nome é Minos, soube de seus poderes e pedi para que o trouxessem. Se concordar, terei o prazer de ser o seu mestre de hoje em diante.”

“Meu mestre? Mas…”

“Você pode me mostrar de novo? Estou falando  do poder que você possui.”

“Você viu?!”

“Sim, eu sei. E quero que você aprenda a controla-lo.”


O pavor tomou conta do menino. Não porque Minos sabia de seus poderes, mas porque ele tinha medo de não conseguir controla-lo. “Mas, senhor…”

“Não vamos demorar mais com isso, sim? Faça agora.”

“O senhor precisa se afastar para não se machucar.”

“Não se preocupe comigo, garoto.”


Era apenas uma questão de segundos para atrair a raiva daquele monge. ‘Vamos, faça como você fez antes com o esqueleto, concentre-se!’, dizia para si mesmo. Sua maõ fechou-se  , buscando o máximo de controle. Ela moveu-se rápido, antes que seus olhos pudessem acompanhar. Saltou na direção de Minos com velocidade, como acontecera uma vez no passado. O garoto teve certeza nessa hora: acabara de perder uma futura amizade.

“Cuidado, senhor!”

Para a sua surpresa, a punho parou em pleno vôo, como se tivesse vida. Dançou no ar antes de voltar ao solo, lentamente. Ele sabia que não era capaz de controlá-la com aquela precisão. Só havia uma pessoa capaz de fazer aquilo.

“Não precisa se preocupar comigo. É impossível me machucar.”

O sorriso do menino foi uma resposta quase instintiva. Pela primeira vez alguém não se machucara com aquele poder. Pela primeira vez, alguém não o chamou de aberração. Sentiu tamanha alegria que esqueceu que fora abandonado pelo mundo.

“Então quer dizer que você também pode mover as coisas, mestre Minos?”

Ele sentiu prazer em chamá-lo de mestre. Através daquele vocativo, estabeleceram uma relação mais próxima. Mais do que a relação que possuía com as pessoas . Minos assentiu com a cabeça.

“Quando tinha a sua idade, também não conseguia controlar meu poder. Mas eu posso te ensinar, direitinho. Como você se chama?”

Ele sentiu-se no céu. À sua frente havia uma pessoa que possuía os mesmos poderes que ele, era intocável e não o achava um monstro. E agora ele lhe oferecia instrução!

“Kaka, mestre! Eu me chamo Kaizer!”

“Então venha comigo, Kaizer. Vou lhe mostrar que não deve temer seus próprios poderes. Quando souber controlá-los, poderá fazer de tudo.”


A partir daquele momento, sua inibição desapareceu. Não lhe restava nenhuma dúvida, havia um caminho visível à sua frente. De repente, voltara a ser criança. Voltara a ser gente. Queria mergulhar e abraçar aquele mundo onde ele não era desprezado por seus poderes. E correu atrás de Minos, ávido por suas lições, sem receio dos passos que dava.

Continua...


Última edição por Kaizer de Griffon em Ter Jul 02, 2013 12:48 pm, editado 1 vez(es)
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MensagemAssunto: Re: Treinos de Griffon   Seg Jul 01, 2013 11:16 pm

Aprovado.
300 de exp e 100 distribuir

Muito bom, ótimo treino! Boa sorte com a continuação do seu ´´prólogo``.
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MensagemAssunto: Re: Treinos de Griffon   Ter Jul 02, 2013 12:16 pm

Minos levou o menino para a ilha da rainha da morte e começaram os treinos para kaizer aprender a controlar seu poder, ele arranjou um mestre para kaizer um homem que usava uma mas cara horrivel esse homem conduzia aquela ilha a fogo e ferro,foram dias ruims para kaizer de treinos e espancamentos, depois de muitas tentativas o menino observou o alto céu ao enxugar seu suor. A imagem se distorcia com os bafos quentes expelidos do vulcão, como se transparentes lentes flutuassem ao seu redor, atrapalhando a visão. Até mesmo as ondas que quebravam em suas pernas transmitiam o calor daquela ilha. A sensação era a de que estava em uma frigideira, em fogo baixo e queimando aos poucos. Sensação esta que jamais esquecera desde a última vez que estivera ali.

Por que minos o levou para aquele lugar? Poderia ter permanecido na vila . Ou, caso não quisesse ter ficado na vila , poderia ter ido a qualquer outro lugar ou país, como faziam os outros  . Por que, então, aquele impulso pelo poder de kaizer, o qual ele gostaria de ter enterrado bem fundo ? O que o fizera leva-lo  para uma viagem que sabia que não iria agradá-lo?

Aquele ar, aquela temperatura, aquela paisagem… Só traziam doloridas dores de um corpo  que parecia mais morto do que vivo, e que logo em seguida de fato morreria. Seus olhos cerraram-se por instantes, revivendo em sua imaginação a cena que tanto assombrava seus pesadelos. Mas agora ele não mais tentava impedi-la, e sim deixá-la correr como o estalo de um chicote, submisso. Ele já havia se acostumado com o gosto amargo da tristeza.

E como que acordando do breve pesadelo, ouviu um chamado por trás.e disparou uma pesada carga chocando-se contra o seu corpo. Seus braços responderam com rapidez e ele a suportou com firmeza. O seu mestre esbravejou-se com ele, exigindo o poder  prometido em troca do treino . O jovem ficou o furioso homem por alguns segundos sem nenhuma expressão, virou-se sem responder e continuou com o treino.

E do silêncio nasceu um sorriso irônico. Estava recebendo ordens novamente. Ele, kaizer, o futuro espectro de hades, que sempre odiou submeter-se a uma outra pessoa. E justo naquela ilha, a ilha da Rainha da Morte, onde a tantas ordens obedecera. Mas aquela seria a última vez. Não viera para dominar e nem ser dominado. Queria apenas mais forte, e ter certeza daquilo que ele seria muito poderoso.

Terminado o treino do dia, ele estaria livre para agir como bem entendesse, tal como sempre desejou . Constatou com os olhos a repetição do cenário de anos atrás: o chão duro, constituído principalmente de pedras e areia quente; o vulcão em constante atividade, amedrontando os visitantes e ameaçando os moradores; e a melancolia daqueles que arrastavam consigo penosas lembranças dos sofrimentos que ali tiveram. O menino sentiu um frio percorrer-lhe a espinha lentamente ao ouvir gritos de dor, mas logo voltou a si: era tudo uma diabrura da imaginação.

‘Mal cheguei e já começo a imaginar coisas ruins. Talvez vir para cá não seja uma boa idéia, afinal. Mas agora não há volta.’

Os primeiros passos foram tímidos, mas logo ele reganhou determinação para continuar e sua postura mudou para a de curiosidade. Apesar do lugar ser o mesmo, a maior quantidade de pessoas ali residindo tornava-o menos assustador. A curiosidade também invadia os transeuntes, que ficavam se perguntando o que aquele estranho menino fazia em lugar como aquele. A ilha da Rainha da Morte era afastada demais da terra, desconhecida, não oferecia nenhum atrativo turístico. Muito pelo contrário, ela não podia ser descoberta por ninguém, pois a única lei que ali vigorava era a da sobrevivência.

kaizer sabia disso. E melhor do que ninguém. Nascer na ilha da Morte significava ter um de dois trágicos destinos: ser opressor ou oprimido. Para os moradores dali, não existia meio-termo em sua hierarquia, apenas os extremos. Para os fracos, a miséria e a escravidão; para os fortes, a pobreza e a dominação. O sistema, ele tinha certeza, dificilmente mudaria. Vivera ambos os extremos: de início, fora um pupilo, que quase não se distinguia de um escravo; depois, fora mestre, dominado pela loucura e a ambição. E nenhuma das duas vidas se encaixou em seus princípios. Jamais lhe agradou a idéia de receber ordens e ser humilhado, mas também não era seu desejo destruir outras vidas.

Não tardaria para que ele ouvisse gritos de dores novamente. Mas desta vez não eram apenas um devaneio, e sim, a real vida da ilha. Uma das centenas de escravas trabalhando em troca de nada sendo fustigada por um conhecido chicote. Ele o reconheceu de imediato, e cerrou os punhos com força, não sabia se era mais de raiva ou de força para não se mover e cometer uma loucura. Dado o primeiro passo, sabia que perderia o controle sobre si próprio.

As dementes palavras correram mais uma vez em sua mente. ‘Odeie, odeie, odeie!!’ kaizer fechou os olhos em desespero. Não esperava ouvi-las novamente. Mentalizou a tenebrosa máscara de seu mestre repetindo-lhe constantemente o mesmo verbo, no imperativo. Odeie o inimigo, odeie o mestre, odeie os amigos, odeie os pais, odeie o todos… Odiar o mundo! Quantos erros cometera por ser fraco diante do ódio! Não podia mais aceitar. Furioso, abriu os olhos e bradou:


“Basta!!”

Um velho interrompeu o caminho de sua mão que segurava o chicote contra as costas . Sentiu o medo agarrar-lhe o espírito, não pela força do grito de kaizer, mas por reconhecer a voz que o interrompera. Maior ainda era a surpresa por encontrá-lo vivo. O maldito menino que treinava para ser espectro. Ele quis correr, mas seu orgulho ordenava que ficasse ali mesmo e o encarasse sem medo. Mas sabia que estava se arriscando à morte. Mexer com um espectro era assinar o atestado de óbito.

Apesar de estar um pouco distante, kaizer não quis arriscar sua sanidade. Procurou manter a mente fria, enquanto constatava a gravidade dos rasgos nas costas da escrava causados pelo chicote. Eram tão parecidos com aqueles que ele costumava ver. Tão profundos e cruéis, como naquele dia ele constatara de perto.



“Já chega, velho. Você ainda abusa de suas escravas. Já não basta o que fez com o povo da vila?”

O velho tremia da cabeça aos pés. Não estava mais diante do aprendiz , submisso a todas as ordens recebidas na ilha, mas sim de um espectro quase  formado, livre, a quem agora devia obediência. Mesmo na época de treinamento, sabia que poderia ter sido morto por ele. E agora aquele maldito menino era quase um espectro, tomado de uma enorme força sobrenatural. Não conseguia se conformar, aquele moleque continuava sendo o mesmo insolente de sempre.

“Não pense você que pode mandar em mim, moleque. Pode ser um quase um espectro agora, mas não pode controlar minha vida. Esta é a minha escrava e eu tenho direito de fazer o que bem entender com ela! E eu não fui o responsável pelo que aconteceu com o povo, foi você que…”

“Não fui eu que maltratei aquela gente, maldito!!”

kaizer fervia de ódio. Suas unhas já cravavam na carne de sua mão e faziam seu punho sangrar. Já estava mais próximo da loucura que da sanidade. As palavras novamente invadiram sua mente, ‘odeie, odeie, odeie’, a principal lição de seu mestre na ilha da Rainha da Morte. Ser um espectro do ódio, do mal, um verdadeiro demônio. Ele sentiu que já estava se aproximando de seus limites. O rosto do homem, que de início procurou esconder as marcas de ira, tomou um tom vermelho ao mesmo tempo em que seus olhos fitavam o menino de maneira desafiadora:

“Você ainda não consegue enterrar as emoçães,garoto, ? Esqueça aquela povo inútil daqui! Esqueça esta ilha! Vá embora daqui, seu idiota!!”

“Chega!! Como pode falar assim da sua terra?!”


Continua...
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MensagemAssunto: Re: Treinos de Griffon   Qua Jul 03, 2013 12:29 am

Aprovado.
150 de exp e 50 pontos de distribuição.

Muito bom, ótimo treino!
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MensagemAssunto: Re: Treinos de Griffon   Qua Jul 03, 2013 12:19 pm

E o primeiro passo foi dado. kaizer correu e saltou sobre o velho, pronto para golpeá-lo no peito, como fez uma vez com seu próprio mestre. Sua consciência gritou em um apelo, mas o punho continuou apontado para o coração do homem, que caiu ao chão e esperava o temido golpe em lágrimas. Mas o cavaleiro não se importava. Queria matá-lo. Há anos queria esmigalhar aquele podre coração e jogá-lo na lava do vulcão. Queria jogar em suas costas o peso do mundo, do Sol, de todos os planetas do Universo! Haveria de vingar pelo povo que ele maltratou! algum tempo se passou e outro dia novamente aconteceu de novo a mesma coisa o velho maltratando suas escravas.

“escrava, inútil, não sabe fazer nada direito?!”

“Por favor, me perdoe, senhor! Estou tentando fazer o melhor…”

Mas o velho não escutava. O chicote estalava sem parar nas costas da escrava. Sem forças, ela não tinha nem mesmo como se proteger. Naquele dia, o treino de kaizer havia se estendido até as terras do dono de escravas e, em um violento golpe de seu mestre, o pupilo fora atirado contra a parede de um poço, o único da ilha, quebrando-o. No entanto, nenhum espectro ou pupilo deveria assumir a responsabilidade pelo estrago. Cabia ao proprietário do terreno consertar qualquer dano. O velho encarregara a escrava de tal tarefa, mas os limites de suas forças a impediam de carregar as pedras que seriam utilizadas.

“Você realmente não presta pra nada, garota estúpida! Merece mais é morrer!”

O chicote estalou com mais força, formando um rasgo no vestido da escrava. Esta já não tinha mais forças para reagir. Provavelmente seu dono a levaria para a cama mais uma vez naquela noite a fim de descontar a raiva. Não havia mais escapatória. A cada segundo, um novo golpe, a cada golpe, mais uma dor. Até que se cessou repentinamente.

“Pare com isso agora mesmo!”

kaizer correra ao local ao ouvir os gritos da menina. Tremia de raiva e seus olhos fulminantes já impediam a continuidade da tortura. Naquele momento, nenhum golpe em kaizer poderia ser mais profundo do que aquele que acabara de presenciar. Não podia admitir o sofrimento de uma menina  sem a mínima possibilidade de ajuda.

“Você de novo, seu menino idiota! Já disse para não interferir!”

“Agora é que eu te mato, maldito!!”


Ao ouvir a tão conhecida voz, a menina levantou a cabeça do chão em desespero:

“Não, kaizer, Pare!”

Era tarde. kaizer não podia aceitar mais uma vez aquele pedido. Iniciou uma série de golpes no rosto do homem, furioso. Ele não precisava de uma arma para matá-lo. Bastava seu punho para apagar a última chama de vida daquele velho que tanto odiava. Com isso, a escrava ficaria livre dos estupros e das chicotadas. Ela começou a chorar freneticamente e agarrou um dos pés de kaizer:

“Chega, kaizer, você não deve matá-lo! Não deve!!”

kaizer  interrompeu o ataque como se acordasse de um transe com o punho a um centímetro do rosto do inimigo. Observou-o por um segundo com imensurável desprezo antes de largá-lo sobre uma rocha com força e de ir ajudar a escrava a se sentar sobre uma das pedras. Logo em seguida, também o fez, mas no chão e acompanhado de um profundo suspiro.

“Seria tão mais fácil se ele morresse…”

Ela sabia o quanto ele estava decepcionado por não ter atingido o velho mortalmente, mas estava satisfeita. kaizer perdia seu olhar no infinito, mais calmo, com um tom triste em suas palavras. Ela ainda não o havia perdido. Muitos discípulos de cavaleiros e espectros  perdiam a razão após matar naquele lugar. Movidos por ódio, apenas restaria para eles o ódio e nada mais. Ela não podia permitir que kaizer se desviasse para tal caminho, por mais que sofresse.

“Ninguém tem o direito de matar, kaizer… Por favor, não se preocupe comigo… Vou estar bem…”

“Isso eu nunca vou aceitar,  nunca!”


Dizendo isso, levantou-se e fitou-a nos olhos:

“Não posso deixar de me preocupar com você. Já me ajudou tantas vezes e nunca pude fazer nada para compensar…”

Era verdade. a escrava sempre arriscava a vida, indo visitá-lo à noite em sua prisão para curar-lhe as feridas. E ocupado com o treinamento, ele ainda não tivera uma chance para agradecer pelo apoio. Mas naquele dia, seu mestre encerrara o treinamento mais cedo por ter outros compromissos. Decidido, kaizer aproximou-se do velho, que começava a se levantar lentamente da rocha, estonteado. Agarrou-lhe a camisa com força e disse, em um tom ameaçador:

“Eu assumo a responsabilidade, velho. Conserto seu precioso poço, contanto que deixe a menina em paz! Está muito fraca e precisa de descanso, além de uma alimentação decente! Se não mantiver a palavra, não terei piedade da próxima vez!”

O dono, temeroso de novos ataques, mal raciocinou a fala de kaizer para concordar. Mesmo que um discípulo de espectro valesse tanto quanto um escravo na ilha, ele sabia que nada impedia que fosse morto por aquele menino.

“E-Está bem… E-Eu… faço…”

Aborrecido, kaizer o largou novamente e foi carregar as pedras. Ao se aproximar da menina , tocou sua mão em um rápido carinho:

“Deixe que eu cuido do resto. Vá descansar.”

E ergueu uma das pedras sobre o ombro sem muito esforço. Foi neste instante que o velho percebeu a inversão de papéis. kaizer não era mais o monstro que tinha o poder de matá-lo, mas sim um escravo temporário às suas ordens. Daquela forma, ele adquirira a autoridade para descarregar sua ira no discípulo de espectro que tanto o infernizava. Em seus lábios, surgiu a forma de um sorriso mordaz e repulsivo. Agarrou seu chicote com firmeza e causou, com seu estalo, uma linha de sangue nas costas do garoto:

“Faça direito, seu moleque cretino!”

kaizer sentiu o golpe e pensou em revidar, irritado. Não o fez. Xingou o homem mentalmente e continuou o trabalho em silêncio.

" a velho quando isso aqui acabar você me paga, maldito!"


foram tantas chicotadas que kaizer perdeu a paciencia e deu um golpe que explodiu no chãoo velho chorava sem parar. Ao lado, uma enorme cratera causada pelo golpe de kaizer . Este permanecia imóvel, na mesma posição de ataque, como se o tempo simplesmente tivesse parado ao tocar o chão com seu punho. Não conseguiu matá-lo. Pela mesma razão de anos atrás. Pelo chamado que o impedira naquela vez.

“Você tem muita sorte. Se dependesse de mim, esta cratera estaria no lugar de seu miserável crânio.”

kaizer se levantou silenciosamente e partiu. Não queria permanecer mais nenhum minuto perto do homem que tão pouco valia. Sentira a menina chamá-lo no instante do golpe, impedindo-o, e por isso não pudera realizar sua vingança. Quase havia se esquecido do desejo de sua amiga. Ela jamais quis a morte de ninguém da ilha, nem mesmo de seu cruel dono. Sua vida era apenas tortura, mas ainda assim a valorizava.

De fato, ele estava detestando aquela visita. ele lembrou do a menina lhe disse como segurança para que não cometesse nenhuma loucura como quase acontecera, mas sabia que ele se sentiria culpado. Originalmente, ele não deveria ter sido mandado para a ilha da Rainha da Morte para treinar como espectro, mas kaizer quiz tal sofrimento. kaizer prometeu que  voltaria como espectro para a noruega , e por sua palavra agüentou todas as humilhações que teve de passar no inferno sobre a Terra. ele   já se sentia culpado por têr deixado o povo  passar por tantas tristezas, e observar de perto a crueldade da ilha poderia agravar seus sentimentos.

O jovem aprendiz  de espectrofez seus passos lentamente até um dos pontos mais altos da ilha. Seu verdadeiro objetivo . Dois pedaços de madeira atados perpendicularmente na forma de uma cruz marcavam o local. Um túmulo simples, mas grande em valor. kaizer abriu a urna , não para retirar sua veste, mas sim uma uma linada sapuri trazida do inferno e ele levaria para sua terra natal. Pendurou-a nas costa e sussurrou uma breve oração. Em seguida, seus dedos passearam pela madeira da cruz, enquanto ele se encontrava imerso em pensamentos. Respirou fundo, antes de iniciar uma fala envergonhada:

Ele suspirou e sentou-se no chão . Sorriu melancolicamente, sem tirar os olhos da sapuri  que balançava suavemente à brisa, a confusão dissipando-se de sua mente.

Fechando os olhos, kaizer não sentiu o tempo passar. A noite caiu sem que ele percebesse. E não importava. Mesmo estando no túmulo, mesmo sem poder conversar com ele,o antigo dono daquela sapuri ou simplesmente vê-lo, sentia-se reconfortado, calmo. A viagem em nada lhe agradou até aquele túmulo, o caminho era árduo mentalmente, mas a recompensa era única. Podia sentir a presença dele. Não no solo sobre o qual sentava, mas dentro de suas lembranças, tão forte quanto o presente, aquele tumulo era do homem que o salvou daquela vez que o deixou ali para treinar era de minos seu amigo o antigo espectro de griffon que o deixou ali para que fosse seu sussecor.

E a ironia aparecia mais uma vez. Um lugar sagrado no meio do inferno, um momento de paz dentre torturas e humilhações. Se deu início a sua nova vida , agora não queria encerrá-la. Aquela pessoa era a única que ele gostaria de salvar , para fazerem tudo que a ilha da Rainha da Morte os impediu de fazer. A coroa de flores que ele trouxera, uma migalha do que ele gostaria de mostrar-lhe. Aquele momento, uma fração desprezível comparado com o tempo que com ele gostaria de partilhar. Era o resto da vaga noção de felicidade que experimentara em vida, o seu único impulso para o passado. Era quase nada, e ao mesmo tempo, tudo.

Se o infinito permitisse, infinitamente kaizer gostaria de lá ter ficado. No entanto, ele tinha de cuidar de seu presente, de sua nova vida. Com alguma relutância, ergueu-se e pendurou a caixa de sua sapuri nas costas. Desejou olhar mais uma vez para a coroa de flores, usufruir mais um pouco daquele valioso momento. Contudo, somente sua boca se moveu, para originar um enigmático sorriso e marcar sua partida.


Enquanto embarcava no navio que o levaria de volta à sua terra natal, observou demoradamente cada morador daquela ilha. Os escravos arrastavam-se pesadamente entre as pedras, carregando outras pedras. Os donos gritavam com violência, reclamando do trabalho malfeito, de suas vidas e infelicidade. Um grupo de homens pescava, sem conseguir o suficiente para a sua subsistência. Aquela era a ilha da Rainha da Morte. Um lugar mais morto do que vivo, mas de onde floresceu uma vida com toda a sua força e beleza. Uma vida que ele jamais esqueceria. A medida em que o navio se afastava, kaizer via o horizonte devorar lentamente aquele minúsculo pedaço de terra para o nada.

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MensagemAssunto: Re: Treinos de Griffon   Qua Jul 03, 2013 1:29 pm

No Inferno


kaizer foi para o inferno para sua nova casa a primeira prisão onde jugaria, e a terceira esfera onde a protegeria os anos se passaram e ele fez uma grande amizade com seu subordinado lune de balron seu susseçor na pirmeira prisão, kaizer atravessou o salão do juiz, que atualmente não possuía um ocupante, vestindo sua sapuri de Griffon. Passou por dois guardas na saída e subiu as escadas, degrau por degrau, sem pressa. Chegou ao quarto do encarregado dali, cuja porta estava fechada. Havia mais dois soldados, um de cada lado, armados com lanças. .

“Lune. Sou eu, kaizer. Vim, para le falar.

A porta abriu-se, revelando o semblante sério de lune. Ela aproximou-se em passos delicados, até estar a meio metro do espectro.

“sim meu senhor, kaizer.”

lune  obedeceu e se ajoelhou perante kaizer. para ele, ainda era estranho relacionarem-se com tanta formalidade, sendo que kaizer nunca tinha tido subordinados.  

“Eu gostaria de conversar a sós com você. Por favor, entre.”

“Sim, lune.”


Quando lune fechou a porta, toda a formalidade desapareceu de seus gestos. Sentou-se no sofá e chamou-o para partilhar daquele conforto. kaizer o fez.

“Estou ficando louco com tudo isso”, desabafou.

“Qual é o problema, lune?”

“A ausência de um mestre sobrecarrega-me. Sempre que surge um problema no recinto sagrado, sou eu que preciso julgar. É diferente da minha função, em que seus subordinados se encarregam dos pormenores e tiram as dúvidas em organizadas reuniões.”


“Está reclamando ?”

“Sim. Como você sabe, são eles que executam as punições e as prisões. Somente você e o eo encarregado que sou eu  detêm poder para impedi-los nos julgamentos. Se fosse apenas para desempenhar a função de juiz, não me importaria. Mas os conselheiros vivem me alertando para ser mais severo em meu julgamento, ou os espectros não me respeitarão. Devo ser firme, impiedoso aos condenados. O que é a verdadeira justiça, lune?”

“Mas você agora retornou e ficara como juiz seu lugar de direito, e  mostrou-se um importante aliado hades .”

“Sim. Mas muitos espectros ainda dizem que eu merecia ser sacrificado, que era um potencial traidor.”

“Mesmo tendo eu vindo ajuda-los?”

“Sim. Acham que ainda pode nos trair. Estou chateado. Toda essa pressão foi transferida a um caso recente, e eu não tive outra escolha a não ser condenar um  a um.
“Que  é esse de que está falando?”

“Um homem que encobriu a deserção do irmão que era soldado. De acordo com as leis do inferno, ele precisa ser condenado. Achei que a pena de morte era demais para ele, mas… Muitos espectros estão descontentes com o meu julgamento. É provável que esse traidor seja morto apenas para acalmar os ânimos. Contudo, eu tenho certeza de que ele também tinha os seus motivos, kaizer. Não é justo.”

“Eu entendo. Mesmo sendo um traidor, ele sentiu que precisava proteger o irmão, e esse sentimento eu também entendo. Se precisasse desafiar as regras para defender um parente, também arriscaria o pescoço.”

“Achei que fosse dizer isso. Muito obrigada, kaizer.”

“Era a minha missão acalmar o espírito de hades?”

“Não”, sorriu ele, “é uma demonstração de amizade.”


Kaizer entregou-lhe um envelope, que lune abriu de imediato. Leu o conteúdo da carta, surpreso.

“Mas kaizer… Não pode pedir-me para executá-lo…”

“Calma, lune. Sua missão é apenas reconduzi-lo ao cocitos para que seja executado. Deve matá-lo apenas se ele utilizar a força. Mas eu quero que você o traga vivo, pois ainda haverá um segundo julgamento em que eu darei a palavra final. E… há outra missão que deve cumprir, mas que não posso expressar em palavras. Tenho certeza de que fará um bom trabalho, e não se esqueça: tem a minha proteção.”

“Outra missão?”

“Sim. Desculpe-me envolvê-lo. Sei que as rígidas regras do inferno são necessárias, mas é por isso que gostaria de tê-lo na missão, lune. Pode ser que sua gentileza e o modo de pensar ajudem esse espectro traidor.”


O convívio que os levou a conhecerem-se como se fossem irmãos despertava em lune uma desconfiança que ele não demonstrou por educação. Contudo, sabia que kaizer tinha algum segredo por trás da tarefa, deixando-o inseguro. Talvez fosse a sua imaginação, talvez fosse simplesmente o reflexo da tristeza sua tristeza.

Levantando-se, kaizer sorriu.


Não se preocupe. Há mais além de julgar nesta missão. Vou partir agora, lune.”

“Obrigada, lune. Estou contando com você.”

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Última edição por Kaizer de Griffon em Qua Jul 03, 2013 1:33 pm, editado 1 vez(es)
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